O Abusivo abusou da confiança e decidiu continuar esta divagação do HM do Alter Nação. E, vai daí, saiu, de repente e sem aviso, a seguinte palermice:
...quando lá chegou ficou maravilhado com a visão. Não era todos os dias que se via um elefante fazer filhós de Natal na companhia de um sargento miliciano acabado de chegar do convento onde, pontualmente, fazia uns serviços à abadessa. Serviços de carpintaria. O miúdo ouvia ao longe o som da banda e nos seus olhos continuava a vadiar a imensidão do futuro. Tudo era possível, bastava encontrar o atalho para lá chegar. Acendeu mais um dos tais e vagueou “direitando e esquerdeando” pela rua. Decidiu fazer tangentes à vida, na esperança de que a secante chegasse sempre um pouco mais tarde. É no que dá ser puto, ouvir bandas pelo Rossio, fumar coisas estranhas e ler uma autora portuguesa que se aprendia no ensino recorrente. O futuro está mesmo ali à frente… o ti Jaime ainda conseguirá plantar amendoins e a D. Estrudeca conseguirá cumprir o sonho de abrir uma loja de venda de flores. Ou isso ou um talho. O puto continuará a ouvir bandas, mesmo quando já não houver coretos na sua vida.